quinta-feira, 30 de junho de 2011
Denuncia MMC
segunda-feira, 16 de maio de 2011
CARNE – Patriarcado e Capitalismo
Inspirado na autora austríaca Elfriede Jelinek, em notícias de jornais, estatísticas de violência contra a mulher, e em textos da historiadora Michelle Perrot, a peça discute as relações profundas entre patriarcado e capitalismo, mostrando, através de procedimentos épicos ou “pós-dramáticos” (segundo a expressão de Hans-Thies Lehmann), o panorama da opressão de gênero e a situação específica da violência contra as mulheres no Brasil.
sábado, 16 de abril de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Campanha 16 dias de Ativismo
Um grupo de organizações feministas e entidades voltadas para a garantia dos direitos humanos de Campina Grande realiza a partir desta quarta-feira, 24 de novembro, uma programação alusiva à Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher. A programação envolve palestras nas escolas públicas, mobilizações em bairros da cidade e seminários.
Esta é a 19ª edição da Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, uma ação que envolve organizações de 159 países no período de 25 de novembro a 10 de dezembro, dia em que se comemora o aniversário da promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Violência contra a mulher
Segundo dados do Centro da Mulher 08 de março, no ano de 2009 houve 46 homicídios de mulheres e 21 tentativas de homicídios; no ano de 2010 estes dados praticamente dobraram, pois foram registrados, entre janeiro a outubro, 51 homicídios e 21 tentativas de homicídioA Lei Maria da Penha, que dispõe sobre o enfrentamento a violência doméstica e familiar contra as mulheres, não está sendo concretizada na Paraíba, principalmente, se levarmos em conta os seguintes aspectos: a Paraíba é um dos quatro estados da Federação que ainda não implantou os Juizados Especiais de Violência Doméstica e Familiar; as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, em número de 08 em todo Estado, funcionam com infra-estrutura inadequada, com falta de recursos humanos e ausência de capacitação da equipe para atuar considerando as questões de gênero e étnico/racial; a não implementação de Casas-A brigo’ para as mulheres e seus dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar, existindo somente uma no município de Campina Grande com precárias condições de funcionamento.
PROGRAMAÇÃO:
“Chá Positivo” na sede do Grupo de Apoio a Vida (GAV).
Discussão da temática “Mulheres Positivas em Debate: violência contra as mulheres”
Data: 24/11/2010 (quarta-feira)
Hora: 14h
Mobilização comunitária no bairro da Catingueira (Praça da Igreja Católica)
Distribuição de folders, adesivos de carros, exposições de faixas, pronunciamento das representantes das entidades e da comunidade em geral, apresentação do grupo Dança e Charme.
Data: 26/11/10 (sexta-feira)
Hora: 8h30 as 11h30
Seminário Estado Laico e os Direitos das Mulheres”.
Realização: Católicas pelo Direito de Decidir.
Lançamento e distribuição de livros
Local: Auditório da Faculdade de Serviço Social, Rua AntÃ?nio Guedes, 114, Centro
Data: 03/12/10 (sexta-feira)
Hora: 8h30 às 11h30
Palestras nas escolas da rede pública
Sensibilização da juventude quanto à problemática da violência contra as mulheres
Escola Murilo Braga (Bairro Liberdade)
Data: 01/12/10 (quarta-feira) Hora:19h
Escola Estadual Nenzinha Cunha Lima (Bairro Mirante)
Data: 06/12/2010 (segunda-feira) Hora: 14h30
Escola Normal (Av. Brasília)
Data 09/12/10 (quinta-feira) Hora:15h
Escola Estadual Premem
Data 07/12/10 (terça-feira) Hora: 14h30
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Feministas lançam plataforma pela legalização do aborto
28/09/2010Jorge Américo
Radioagência NP
Organizações feministas de diversos estados brasileiros reuniram-se em torno de uma plataforma de defesa da legalização do aborto a ser lançada nesta terça-feira (28), dia internacional de luta pela legalização do aborto. Em São Paulo, o ato de lançamento ocorre na Praça do Patriarca. A integrante da Marcha Mundial das Mulheres, Sônia Coelho, explica que o objetivo é retomar o debate.
“Queremos neste dia 28 de setembro lançar essa plataforma para fazer o debate do que é a realidade do aborto clandestino no Brasil e do significa as mulheres, na nossa sociedade, não terem o direito de decidir sobre sua vida e a maternidade.”
Todos os anos ocorrem 42 milhões de abortos no mundo. A estimativa brasileira é de mais de 1.25 milhões de casos. As complicações dessa prática já representam a terceira causa da morte materna no país. Sônia Coelho defende que os convênios do Sistema Único de Saúde (SUS) sejam revistos.
“Muitas vezes essas instituições religiosas acabam impondo os seus valores, os seus princípios. No caso da saúde da mulher, nós queremos que todas as mulheres possam ter acesso a todos os métodos anticonceptivos. Muitas vezes as mulheres são prejudicadas porque esses setores não concordam com o uso da camisinha, não concordam com a contracepção de emergência. Então acabam cerceando o direito das mulheres de poder utilizar os serviços do SUS.”
Em maio de 2010, a Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) que concede ajuda financeira às mulheres vítimas de estupro que não realizarem aborto.
Fonte: http://www.brasildefato.com.br/node/2388
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O que é o dia 28 de setembro
Esta data foi tirada no No 5º Encontro Feminista Latinoamericano e do Caribe (Argentina, 1990) e desde 1993 diversas ações são feitas nos países da região.
A construção da frente no Brasil:
A Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto foi criada nacionalmente em 28 de setembro de 2008 para atuar contra a criminalização das mulheres, a partir da criminalização das mulheres de Mato Grosso do Sul. Neste estado, uma clínica foi fechada e duas mil mulheres foram expostas publicamente. Hoje há um processo de condenação das mulheres que supostamente abortaram e das trabalhadoras da clinica, que está fechada.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Grito dos excluidos 2010 - Campina Grande
Local: Colégio Plinio Lemos
Data: 04/09/2010
Hora: a partir das 0800h
Programação
0800 Animação e acolhida dos participantes. Café da manhã
0900 Abertura e mística inicial
0930 Apresentação da mesa (convidados e cordenadores de oficinas)
1015 Inicio dos trabalhos nas oficinas
1200 Almoço
1300 Apresentações culturais
1430 Apresentação dos trabalhos das oficinas
1600 Caminhada pelas ruas do bairro Monte Castelo
Encerramento: Leitura da Carta do Grito 2010
Mística final
Oficinas:
1. Plebiscito: Resp. Comissão Pastoral da Terra (CPT)
2. Campanha “Voto vendido, povo vencido”: Resp. TRE-PB
3. Políticas Públicas: Resp. Centrac
4. Direitos e Cidadania: Resp. Ajurcc/PJMP
5. Direitos do Idoso: Past. da Pessoa Idosa (Carmem)
6. Meio ambiente: Resp. Cáritas
7. Violência doméstica: Resp. Zé Rodrigues
8. Mística e Relações Humanas: Resp. CEBI
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Eu apóio o MST: Dom Pedro Casaldáliga
Veja vídeo com depoimento de Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), sobre a importância da luta do MST.
"O MST é uma força alternativa. É uma força autônoma e estritamente popular, no sentido forte da palavra. Inclusive, mais do que um movimento, eu diria que deve ser sempre um estímulo, uma cutucada, para a movimentação.
"[A luta vai continuar] enquanto houver latifúndio, produtivo ou improdutivo, no meu entender, porque latifúndio é sempre acumulação, sempre é exclusão, sempre é prepotência”.
Veja mais vídeos em http://www.mst.org.br/multimidia
terça-feira, 24 de agosto de 2010
DEBATE PÚBLICO
CONVITE
DEBATE PÚBLICO
Na próxima quarta-feira, vinte e cinco de agosto, às dezoito horas e trinta minutos, no auditório do Colégio Imaculada Conceição (DAMAS), o SINTAB estará promovendo um debate com os candidatos ao governo do Estado da Paraíba. Será para nós, uma grande honra, contar com vossa presença nesse evento.
Endereço do Colégio Damas- Praça da Bandeira, 23, Centro.
Campina Grande-PB, 23 de agosto de 2010.
Direção.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
As vítimas da violência têm idade, classe social e cor
Surpreendentemente a juventude é encarada como protagonista da violência no país. A inversão dos fatos assombra, sendo que na grande maioria das vezes é a Juventude vítima das violências.
Para além da violência física cometida pelos governos repressivos, o racismo, o machismo, a homofobia, a discriminação com a juventude, são expressões da violência psicológica contra as ditas minorias sociais, os principais alvos da segregação social: mulheres, negros, indígenas, homossexuais, empobrecidos e jovens.
O racismo, por exemplo, é encarado como superado pelo senso comum e pela grande mídia. Será mesmo? A realidade das universidades comparada à realidade dos presídios, não seria o racismo materializado? A discriminação social e racial transcendeu os muros ideológicos, agora também é coisa concreta: dividem objetivamente a sociedade, tornando os presídios cada vez mais pobres e mais negros, e as universidades, mais brancas e mais ricas, por exemplo.
“Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado”.
A nossa história está marcada pela violência dos poderosos contra os mais fracos, por isso ainda reflete o extermínio. Ela se inicia com o massacre de índios, com a exploração da mulher pelo homem, com a escravidão dos e das negras, concebidos todos e todas como coisa, não gente.
Segundo Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros - 2008, entre 1996 e 2006 o índice de homicídios na população jovem teve um aumento de 31,3% enquanto na população total foi de 20%.
A pobreza tem cor, e no Brasil ela é negra. Os negros apresentam um índice de vitimização 73,1% superior aos brancos na população total e 85,3% superior na juventude.
A violência contra os povos indígenas, ocorrida entre os anos de 2006 e 2007, aumentou mais de 60%, sendo a maioria jovens. A falta de demarcação das terras indígenas continua a ser o principal problema gerador de conflitos.
Sete milhões de jovens brasileiros, o dobro da população do Uruguai, não trabalham nem estudam. Se verificarmos a faixa etária nos presídios brasileiros, como afirma a Pastoral Carcerária, vamos constatar que os presos são em geral jovens, pobres, analfabetos e negros. Entretanto, a CNBB, no Texto-Base da CF 2009, nos alerta para as injustiças geradas ao associar pobreza à violência, pois, vemos que ela se manifesta em todas as camadas sociais, embora, seja a classe pobre a que mais sofre discriminação, sobretudo os jovens que muitas vezes são rotulados como delinqüentes, são excluídos e marginalizados.
Nossos jovens estão sendo exterminados dentro e fora dos presídios, “só no Distrito Federal, segundo dados do Ministério Público, entre 2003 e 2005, 178 jovens foram mortos enquanto cumpriam medida sócio educativa”. A realidade das penitenciárias brasileiras desumaniza as maiorias que não têm poder político ou econômico que lhes assegure gozar de privilégios, ao invés de reabilitar, funcionam como escolas do crime e promovem a violência.
A juventude, negra, indígena, branca, mulher e homem, homo e heterossexual, trabalhadora e desempregada, estudante e sem escola/ universidade, é capaz de reverter a lógica da violência, da exclusão étnica e social. Organizar-se, ocupar os espaços, movimentar as cidades, o campo, as escolas, reivindicar direitos, propor mudanças estruturais e urgentes, ideológicas e objetivas. Somente a própria juventude é capaz de combater as violências que a extermina.
Por acreditar nisso, as Pastorais da Juventude do Brasil – PJB está promovendo em todo o país, uma grande Campanha contra a violência e extermínio de jovens, em consonância com a Campanha da Fraternidade 2009 que propõe o debate sobre segurança pública. Todos/as são convocados a entrar nesta luta em defesa da vida!
Sugestões para desenvolver a Campanha:
• Trabalhar o conceito de violência em suas diversas formas: física, estrutural e simbólica, alargando o conceito que temos no senso comum;
• Incluir o tema da segurança pública, violência (dentro e fora da escola) e extermínio de jovens no planejamento escolar, tornando-o eixo transversal;
• Promover seminários, oficinas e palestras durante a campanha Contra a violência e Extermínio de Jovens (2009 e 2010), enfocando principalmente as causas do problema e apresentando possíveis soluções;
• Promover atividades lúdico-recreativas com a temática, (permitindo que os/as jovens mostrem livremente sua percepção desta problemática) . Como por exemplo, festival de música, poesia e teatro, gincanas, etc;
• Criar grupos de reflexão sobre a violência, articulando- os a outras redes de discussão e manifestar-se diante de todas as formas de violência com abaixo-assinados, faixas, cartazes, passeatas, etc;
• Incentivar pesquisas sobre os índices de violência no local e a partir daí, desenvolver a produção de textos que podem ser trabalhados na comunidade;
• Atuar na perspectiva de mídia alternativa para divulgação dos trabalhos na linha da promoção dos direitos e cidadania, contra a violência e a favor da cultura da paz;
• Trabalhar a Semana da Cidadania no mês de abril nas escolas;
• Incentivar o engajamento dos/as jovens em comissões de direitos humanos (onde existem) para acompanhar o tratamento das políticas com relação aos/as jovens detentos/as, delinqüentes ou não. Onde não existem estas comissões, incentivar a criação das mesmas;
• Promover um amplo debate sobre a Redução da Maioridade Penal, fornecendo subsídios diversos à juventude estudantil e grupos de jovens, potencializando- os na tomada de posições, o que pode ser expandido para a população em geral.
Tábata Silveira - Estudante de Direito
PJE – Sapucaia do Sul – RS e Secretária Nacional
secretaria@pjebr. org
Maria Aparecida de J. Silva - Bacharel em Teologia pelo ISTEPAB – Instituto Superior de Teologia e Pastoral de Bonfim – Bahia e articuladora Nacional da PJB
pjb@cnbb.org. br
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Soluçando Sangue

Que o vermelho do sangue das mulheres assassinadas
manche!
paredes, escadas e janelas
mudas, cegas e surdas
Que o vermelho derramado
ganhe vida
força e faça se reconhecer
por todas nós...
Vejamos o reflexo das guerreiras lutadoras,
com seus braços erguidos,
com seu riso escancarado
neste vermelho que escorre pela parede
Todo suor que escorrem dos rostos sofridos pelo tempo,
cansados por toda exploração
agora, já nem são percebidos
são confundidos com o brilho do olhar que transborda alegria
Gritos de felicidade ecoam entre as paredes do palácio...
Respiramos profundamente o ar de leveza e alívio
que a bailarina de cabelos brancos espalha no asfalto quente...
Espiam-nos, apontam-nos, registram-nos... e nós? simplesmente sorrimos.
Sorrimos por desabafar a ira que nos sufocava
Aquela mesma ira que sufocou muitas de nós
tirou seu sorriso,
nos fez chorar
Até quando seremos vítimas?
Quem sabe?
Agora, talvez, falte menos tempo
que ontem...
Libélula
01/12/2009 (20:44)
Carta do I Encontro das (de) Mulheres do Campo e da Cidade da Paraíba
Entendemos que a forma como a sociedade está organizada coloca a mulher numa situação de violência, opressão e exclusão social, negando seus direitos. Somos as principais vítimas do desemprego, do trabalho precário, dos menores salários e da falta de políticas públicas.
Nossa vida e nosso corpo são tratados pela sociedade capitalista como mercadoria. Continuamos sendo as únicas responsáveis pela casa, pela família e pelo cuidado e educação dos filhos, além de estarmos distantes dos espaços de poder e de decisão.
Denunciamos o patriarcado e todas as formas de violência contra as mulheres. Somos constantemente alvos da violência: moral, psicológica, patrimonial, sexual e física. Denunciamos o não cumprimento da Lei Maria da Penha, que coíbe a violência, pune os agressores e traz segurança para as mulheres. Todos os dias, milhares de mulheres continuam sendo vítimas de violência no Brasil e no mundo. Na Paraíba, este ano, já foram assassinadas 42 mulheres, com 26 sofreram tentativas de homicídio xx estupros
Denunciamos o agronegócio que concentra terras, contamina os nossos recursos naturais, viola o direito das agricultoras camponesas em conservar a biodiversidade e nos tira o direito de produzir alimentos saudáveis.
Lutamos por uma Paraíba com a participação igualitária entre homens e mulheres, por justiça e autonomia das mulheres. Pelo direito de acesso à terra, à água, moradia digna, por soberania alimentar e pelo combate à violência contra a mulher em todas as suas formas.
Exigimos que o poder público em todas as suas instâncias cumpra seu papel de proteção às vítimas da violência, respeitando as mulheres violentadas e garantindo a segurança para seus filhos e filhas. Exigimos também políticas públicas que valorizem o trabalho da mulher camponesa e da cidade.
Precisamos construir uma nova sociedade, pautada num projeto popular, onde a valorização do trabalho seja sinônimo de emancipação e as mulheres tenham autonomia sobre seus corpos e suas vidas.
Vamos continuar nos organizando e lutando até que todas as mulheres sejam livres da opressão, e da violência.
Mulheres do Campo e da Cidade construindo uma nova Sociedade!!!
domingo, 21 de junho de 2009
Cidade do Silêncio: Consciência política para comunicar

Quando ouvimos alguém citar o filme “Cidade do Silêncio", não temos a noção da qualidade da arte, pela simplicidade de seu título. Porém com a sinopse podemos ter uma idéia do que iremos encontrar em seu conteúdo: “Graças ao Tratado de Livre Comércio empresas do mundo inteiro montaram fábricas no México, na fronteira com os Estados Unidos. Com mão-de-obra barata e isenção de impostos, estas companhias fabricam produtos a baixo custo, que são vendidos nos Estados Unidos...”. A obra de Greogry Nava é baseada em fatos reais, que retrata mais que a realidade de mulheres mexicanas da “Cidade Juarez” (norte do México, estado de Chihuahua, fronteira com o Texas, nos Estados Unidos), retrata as relações de produção do sistema capitalista, como, da mesma forma, as relações políticas dos meios de comunicação, da força policial e políticos, quando estes defendem os interesses dos empresário-capitalistas. Em meio às relações de corrupção e as falsas e coniventes condutas jornalísticas, restam à exploração, a injustiça, a violência e a desigualdade, desigualdade essa de que somos todos/as (trabalhadores/as do mundo) vítimas. A cidade, com cerca de 1.300.000 habitantes, tem a economia voltada para indústrias montadoras de equipamentos eletrônicos destinados a exportação, onde a maioria de trabalhadores são mulheres, no filme, as operárias são contratadas para trabalhar nas fábricas de monitores de TV, sob um regime de trabalho desumano, de quase escravidão. São submetidas a longas jornadas de trabalho e a baixíssima remuneração. Seriam características semelhantes a muitos outros lugares do mundo onde mulheres são mais exploradas em relação a sua força de trabalho e a particularidade do seu trabalho duplicado. No entanto, a Cidade Juarez é uma cidade sob ameaça para sua população feminina, que vem sendo cruelmente aniquilada desde 1993. Segundo dados da Anistia Internacional, organização que promove a defesa dos direitos humanos em todo o mundo, 398 mulheres de Juarez foram assassinadas de
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
ENTIDADES SE MANIFESTAM CONTRA A BOLSA ESTUPRO
No movimento feminista, o projeto tem sido chamado, ironicamente, de Bolsa Estupro. Apesar de seu verniz condescende e assistencialista com relação às mulheres, o objetivo do PL é evitar a prática do aborto legal com a oferta de dinheiro. É uma desautorização do Código Penal, que ainda em 1940, legalizou o aborto nessas condições e um retrocesso ao que a sociedade já compreende como direito das mulheres. A iniciativa também banaliza o impacto do estupro para a vítima, já que, por R$ 380,00, Henrique Afonso, Jusmari Oliveira e o relator, Padre José Linhares (PP-CE), esperam que a vítima supere o que lhe aconteceu e assuma o filho sozinha.
Diante do conteúdo da proposta, o CFEMEA e outras entidades entregaram carta a deputad@s federais da Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), pedindo a rejeição do parecer que irá à votação. Entre @s signatári@s estão o Conselho Federal de Psicologia, a Associação Brasileira de Enfermagem, o Fórum Nacional de Entidades de Direitos Humanos e do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), além de organizações do movimento feminista de todo o Brasil. O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher também apresentou carta criticando o conteúdo do projeto e a VI Conferência Nacional de Assistência Social, que reuniu mais de dois mil participantes entre delegad@s e convidad@s em Brasília no fim de semana retrazado, aprovou moção em repúdio à proposta.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
RESPEITEM A MULHER
sexta-feira, 15 de junho de 2007
"Sentimentos Libélulos"
Patrícia Ribeiro
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Temporão diz que discussão sobre aborto é machista
Publicidade GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília

