(assisti essa peça com Dani e outros amigos semana passada... acho que ela soube expressar muito bem tudo o que vivenciamos...)
vi ou revi, não lembro bem, esses dias a peça "navalha na carne" do maldito plínio marcos, dramaturgo que tão bem soube expor a miséria humana.
dentro do teatro, espaço experiemental, tudo se confundia: platéia, cenário e atores. linguagem e cena andam coladas e refletem o espectro violento do submundo do capital. há uma densidade e peso no ar, no palco, nos personagens. há uma apreensão-tensão na platéia. não há pó compacto que esconda o real, ele se impõe, interpõe, de forma nua e crua.
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domingo, 7 de agosto de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Conversa de dois palhaços
_ O que é isso menina?
_ Uma lágrima.
_ Uma lágrima? Mas como? Você era pra estar feliz! Devemos ser felizes! Sorrir e fazer sorrir os outros... e as outras...
_ Mas eu não posso.
_ Como assim, ”Não pode”? Você estava até agora sorrindo!
_ Mas era uma ilusão. Meu sorriso estava escondendo isso que sou... lágrimas.
_ Hum?
_ Eu vi o amor. E ele era lindo... encantadoramente lindo... E estar nele, era como estar no mar, num dia lindo com Sol e Chuva, com ondas fortes...
Era como quando as ondas derrubam agente... e agente cai e se levanta...
Cai e se levanta...
Cai e se levanta...
Até que de repente... agente cansa!
...
E só nos resta duas opções:
Ou sair correndo do mar e fugir pra areia: terra firme, sem onda, e, sem mar...
Ou se deixar levar por ele...
...
Acho que foi isso!
_ Isso o quê?
_Desisti de resistir as ondas...
E me deixei levar pelas águas...
_ Parece ser triste...
_ E é... mas mesmo assim, ainda pode ser alegre...
... desde então, estou no colo de minha rainha...
eu acho que ela me proteje... acho que ela cuida de mim...
...
Iemanjá! Odoiá minha rainha"!
Patrícia Ribeiro
16/04/2011
_ Uma lágrima.
_ Uma lágrima? Mas como? Você era pra estar feliz! Devemos ser felizes! Sorrir e fazer sorrir os outros... e as outras...
_ Mas eu não posso.
_ Como assim, ”Não pode”? Você estava até agora sorrindo!
_ Mas era uma ilusão. Meu sorriso estava escondendo isso que sou... lágrimas.
_ Hum?
_ Eu vi o amor. E ele era lindo... encantadoramente lindo... E estar nele, era como estar no mar, num dia lindo com Sol e Chuva, com ondas fortes...
Era como quando as ondas derrubam agente... e agente cai e se levanta...
Cai e se levanta...
Cai e se levanta...
Até que de repente... agente cansa!
...
E só nos resta duas opções:
Ou sair correndo do mar e fugir pra areia: terra firme, sem onda, e, sem mar...
Ou se deixar levar por ele...
...
Acho que foi isso!
_ Isso o quê?
_Desisti de resistir as ondas...
E me deixei levar pelas águas...
_ Parece ser triste...
_ E é... mas mesmo assim, ainda pode ser alegre...
... desde então, estou no colo de minha rainha...
eu acho que ela me proteje... acho que ela cuida de mim...
...
Iemanjá! Odoiá minha rainha"!
Patrícia Ribeiro
16/04/2011
domingo, 5 de dezembro de 2010
TEATRO - Cinco cenas curtas e divertidas
CONVITE
TEATRO Cinco cenas curtas e divertidas.
Apresentações de conclusão da disciplina de Direção Teatral
Data: Nesta segunda, dia 6/12
Local: Auditório do Curso de Arte e Mídia
Hora: 19h
Venham assistir. Convidem os amigos
Cenas:
Vamos (extrato do texto)
Autor: Mário Vianna (dramaturgo paulista contemporâneo)
Autor: Victor Freire (escritor baiano contemporâneo)
Ida ao Teatro (cena integral)
Autor: Karl Valentim (dramaturgo e ator alemão, século
XX)
Loja de Chapéus (cena integral)
Autor: Karl Valentim (dramaturgo e ator alemão, século XX)
O Cara (adaptação de texto)
Autor: Woody Allen (cineasta, ator e escritor norte-americano contemporâneo).
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